O uso da tecnologia para editar imagens virou febre entre as famosas e seguidores nas redes sociais. No entanto, uma denúncia grave sobre o comportamento da IA acendeu um debate acalorado na internet.
Uma criadora de conteúdo baiana revelou que suas fotos sofrem alterações automáticas que modificam seu tom de pele. O caso gerou revolta e muita curiosidade sobre como esses algoritmos realmente funcionam nos nossos celulares.
Confira o relato da influenciadora e entenda os perigos por trás dessas edições.
O desabafo de Emelly Souza: “Não era coincidência”
A influenciadora Emelly Souza, de 24 anos, decidiu testar as novas ferramentas de inteligência artificial por pura diversão. O que era para ser apenas uma brincadeira tecnológica acabou se tornando uma surpresa bastante desagradável.
Ao gerar novas versões de seus retratos, ela notou que a IA clareava sua pele sistematicamente. Segundo Emelly, os resultados apresentavam um padrão que ignorava suas características reais e sua identidade visual.
“Eu fui mexer por curiosidade e todas vinham com a pele mais clara”, afirma a influenciadora baiana. “Não era algo que eu estava tentando fazer”, desabafou Emelly Souza sobre a experiência frustrante.
Testes repetidos e o padrão de beleza da IA
Incomodada com o resultado, a jovem baiana decidiu realizar diversos testes para entender se era um erro. Ela mudou os ângulos das fotos e deu novos comandos específicos para a ferramenta de edição.
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Mesmo com as alterações nas referências, a IA insistia em entregar imagens com a pele muito mais clara. Para a influenciadora, ficou nítido que a tecnologia seguia um padrão de beleza definido e questionável.
“Eu testei várias vezes, troquei imagem e ângulo, e a pele continuava mais clara”, revela a jovem. “Foi aí que comecei a perceber que não era coincidência”, conclui Emelly sobre o padrão robótico.
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O perigo dos ajustes invisíveis nas redes sociais
Muitas mulheres utilizam aplicativos de edição acreditando que estão apenas melhorando a nitidez ou a iluminação. O relato de Emelly mostra que a IA pode estar tomando decisões estéticas por conta própria.
Essa automatização do “embranquecimento” reforça preconceitos e distorce a realidade de quem consome esse tipo de conteúdo. A influenciadora alerta que essas definições vêm prontas, sem que o usuário peça ou autorize as mudanças.
A experiência mudou completamente a forma como a criadora de conteúdo encara as ferramentas digitais de beleza. Hoje, ela olha para os resultados com muito mais cautela e um senso crítico bem mais apurado.
Fonte: famososecelebridades.com.br
Publicado em: 2026-04-15 15:55:00 | Autor: Redação |



