Qualquer pessoa que tenha um canto no quintal ou varanda ensolarada já pode cultivar um fruto exótico, de cor vibrante e que geralmente não tem um valor baixo, a romã. A fruta não apenas sobrevive em espaços compactos, no entanto, produzindo mais, quanto melhor conduzida for a planta.
A romãzeira pode atingir até 5 metros de altura quando cultivada de maneira livre. A instrução são podas anuais realizadas no inverno, mantendo o arbusto entre 1,5 e 2,5 metros, tamanho que facilita a colheita e melhora a entrada de luz nos galhos internos.
A romã exige um solo drenado e rico em matéria orgânica. A mistura ideal combina terra, areia e húmus, evitando o apodrecimento das raízes, um dos problemas mais comuns no cultivo doméstico. A espécie precisa de no mínimo 6 horas de sol pleno por dia. A adubação pode ser feita com NPK equilibrado nas fases de crescimento e floração.
O tamanho do recipiente define a longevidade e a produtividade da planta. Vasos com capacidade mínima de 5 a 40 litros garantem espaço suficiente para o sistema radicular se desenvolver sem restrições, sustentando a produção por muitos anos.
Para preservação e evitar pragas, é importante controlar o excesso de umidade no solo para proteger o sistema radicular, especialmente nos primeiros meses após o plantio.É importante remover as folhas e ramos doentes assim que identificá-los.
Para combater pulgões e cochonilhas pode-se usar uma solução de sabão neutro ou óleo de neem. Para a condução e boa ventilação dos galhos, é bom focar no crescimento em 3 ou 4 ramos principais para estruturar bem a planta.
Fonte: www.correio24horas.com.br
Publicado em: 2023-04-11 15:09:00 | Autor: Felipe Sena |

