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Brasil

PB: 44% da população paraibana enfrenta dívidas atrasadas e país registra inadimplência recorde

PB: 44% da população paraibana enfrenta dívidas atrasadas e país registra inadimplência recorde

De acordo com dados divulgados em novembro pelo Serasa, 44,08% da população paraibana está com dívidas atrasadas (inadimplência), o que equivale a 1,3 milhões de pessoas e totaliza R$ 7,5 bilhões de reais. O fato contrasta com a propaganda oficial do governo oportunista de Luís Inácio, que comemora um suposto aumento da “renda real” da população brasileira e uma alegada baixa histórica no desemprego do país. Nacionalmente, a população enfrenta inadimplência recorde e o endividamento afeta quase 80% das famílias.

O monopólio de imprensa Jornal da Paraíba adicionou ao levantamento divulgado pelo Serasa um dado que chama a atenção: 30% das dívidas atrasadas têm como causa o desemprego e a queda de renda, o que mostra que tais problemas afetam enormemente a população e contraria a falsa comemoração do governo. Adiciona ainda que uma parcela significativa das dívidas no estado é referente às necessidades básicas como água e luz, que equivalem de 20% a 21% das inadimplências e é semelhante ao índice nacional de 21,9%. Ou seja, parte expressiva da população não está conseguindo pagar sequer os serviços mais básicos da casa.

Nacionalmente, 80,6 milhões de pessoas estão inadimplentes na marca que é a maior da série histórica pelo 11° mês consecutivo, segundo o levantamento citado. Este alto índice de inadimplência naturalmente está relacionado a uma taxa maior ainda de endividamento, que inclui as dívidas que não estão atrasadas mas que tolhem a renda dos trabalhadores. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o endividamento afetava 79,5% das famílias brasileiras em outubro.

Disto se extrai que o suposto aumento da “renda real” da população, de 4,5%, divulgado em 30 de dezembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nada mais é do que a renda ajustada à inflação, diluído no mar de dívidas em que os trabalhadores do país estão afundados, não sendo motivo para se comemorar.

Para além disso, a suposta “mínima histórica” do desemprego, que chegou a 5,2%, também são  dados estejam camuflados pelo IBGE, já que a categoria “ocupado” utilizada por esta é vaga e engloba desde funcionários públicos ou privados com carteira assinada, até pessoas que trabalham em bicos, mas que na prática estão desempregados. Com critérios frouxos, é fácil registrar taxas de desemprego recordes sem que isto se reflita em benefício real para o povo.

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Fonte: anovademocracia.com.br

Publicado em: 2026-01-01 15:13:00 | Autor: Editor Executivo |

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