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Padilha alerta que guerra no Oriente Médio pode encarecer remédios e defende soberania na saúde

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https://noticiabrasil.net.br/20260310/padilha-alerta-que-guerra-no-oriente-medio-pode-encarecer-remedios-e-defende-soberania-na-saude-48795818.html

Padilha alerta que guerra no Oriente Médio pode encarecer remédios e defende soberania na saúde

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nesta terça-feira (10) que “não existe guerra que faça bem para ninguém”. A declaração foi dada em São Paulo… 10.03.2026, Sputnik Brasil

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Padilha disse que o conflito no Oriente Médio, envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, é preocupante e pode provocar aumento de custos, principalmente por causa de efeitos na cadeia global de produção e distribuição de insumos farmacêuticos.O ministro explicou que vários medicamentos produzidos no Brasil dependem de princípios ativos importados, especialmente da Índia, e que parte da logística passa por aeroportos do Oriente Médio — o que pode forçar mudanças de rota e impactar os custos finais.”Sobretudo para a área da saúde. Não existe guerra que faça bem pra saúde. Nós estamos monitorando, na área da saúde, quais são os impactos dessa guerra na parte logística de saúde”, disse o ministro ao ser questionado por jornalistas sobre possíveis reflexos do conflito em insumos médicos no Brasil.Padilha defendeu o fortalecimento da produção nacional como resposta à vulnerabilidade geopolítica. Segundo o Ministério, a pasta já investiu mais de R$ 5,6 bilhões desde 2023 para garantir a fabricação nacional de medicamentos oncológicos e para doenças raras e autoimunes.No mesmo evento, Brasil e Angola consolidaram um acordo internacional de cooperação voltado ao fortalecimento da saúde pública angolana. O encontro aconteceu no Teatro da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).O eixo central do acordo é a transferência da expertise do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro, com ações voltadas à formação de profissionais e à ampliação do acesso da população angolana ao sistema de saúde do país africano.O programa é coordenado pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC), em parceria com o Ministério da Saúde, o Ministério da Educação e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). A meta é qualificar 38 mil profissionais das 17 províncias angolanas até 2027, por meio de modalidades como fellowship, doutorado, mestrado, especialização e estágio complementar em instituições brasileiras.

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Especiais

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nesta terça-feira (10) que “não existe guerra que faça bem para ninguém”. A declaração foi dada em São Paulo (SP), após evento ao lado da ministra da Saúde de Angola, Sílvia Lutucuta.

Padilha disse que o conflito no Oriente Médio, envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, é preocupante e pode provocar aumento de custos, principalmente por causa de efeitos na cadeia global de produção e distribuição de insumos farmacêuticos.

O ministro explicou que vários medicamentos produzidos no Brasil dependem de princípios ativos importados, especialmente da Índia, e que parte da logística passa por aeroportos do Oriente Médio — o que pode forçar mudanças de rota e impactar os custos finais.

“Sobretudo para a área da saúde. Não existe guerra que faça bem pra saúde. Nós estamos monitorando, na área da saúde, quais são os impactos dessa guerra na parte logística de saúde”, disse o ministro ao ser questionado por jornalistas sobre possíveis reflexos do conflito em insumos médicos no Brasil.
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Padilha defendeu o fortalecimento da produção nacional como resposta à vulnerabilidade geopolítica. Segundo o Ministério, a pasta já investiu mais de R$ 5,6 bilhões desde 2023 para garantir a fabricação nacional de medicamentos oncológicos e para doenças raras e autoimunes.

No mesmo evento, Brasil e Angola consolidaram um acordo internacional de cooperação voltado ao fortalecimento da saúde pública angolana. O encontro aconteceu no Teatro da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

O eixo central do acordo é a transferência da expertise do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro, com ações voltadas à formação de profissionais e à ampliação do acesso da população angolana ao sistema de saúde do país africano.

O programa é coordenado pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC), em parceria com o Ministério da Saúde, o Ministério da Educação e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). A meta é qualificar 38 mil profissionais das 17 províncias angolanas até 2027, por meio de modalidades como fellowship, doutorado, mestrado, especialização e estágio complementar em instituições brasileiras.

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Fonte: noticiabrasil.net.br

Publicado em: 2026-03-10 15:17:00 | Autor: |

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