O Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindical) denunciou, no último dia 20/01, a nova tentativa fraudulenta do prefeito David Almeida (Avante) de recuperar sua reputação para a farsa eleitoral desse ano ao aumentar as vagas em creches sem aumentar o número de professores nem melhorar a estrutura das escolas, levando à superlotação.
Em nota publicada, o sindicato afirma: “O que o prefeito fez (na prática) foi aumentar, de forma absurda e irresponsável, o número de crianças dentro das já existentes salas minúsculas” e “Isso não é investimento na educação infantil, é maquiagem de números para parecer que está sendo feito um grande trabalho”.
Aproximando-se da farsa eleitoral, os trabalhadores já se preparam para várias “soluções” vazias trazidas pelos eleitoreiros, tanto de Almeida quanto o atual governador Wilson Lima (União), mas também de carniceiros como Omar Aziz (PSD) e Maria do Carmo (PL) que visam o governo do Estado.
Prefeito quer sobrecarregar professores em troca de votos

Com a medida eleitoreira de Almeida, imposta no Decreto nº 6.152, uma professora do Maternal 1 terá que cuidar de até 16 crianças de 1 ano “que ainda usam fraldas, que estão em fase de adaptação, que precisam de colo, atenção constante e cuidado individual”, denunciou o Sindicato. No maternal 2, o aumento de alunos por professor aumentou em 50%, sendo agora 24 crianças em uma sala com somente 2 professoras.
Acompanhando a nota, uma professora falou sobre o aumento de 80% de crianças por sala no Maternal 3: “30 crianças de 3 anos, por vezes usando fralda, é um absurdo com os profissionais da educação”.


Em resposta, o Aspromsindical exigiu a revogação do Decreto que trata da superlotação das creches municipais e que a Prefeitura aumente as vagas para creches sem superlotar as salas de aulas
O Sindicato concluiu dizendo que “criança não é campanha [eleitoral]” e que “a Prefeitura de Manaus tem bastante dinheiro no seu orçamento para realizar isso, todos nós sabemos”.
Prefeito atacou professores em manifestação contra a Reforma da Previdência Municipal
Enquanto maquia números para aumentar seu poder político, que o mesmo diz que sabe que “qualquer eleição depende de meu apoio”, o gerente de turno David Almeida coleciona ataques contra o povo. Em novembro de 2025, professores manifestaram contra a Reforma da Previdência Municipal, apelidada de “PL da Morte” por aumentar a idade mínima de aposentadoria e tirar direitos de trabalhadores municipais aposentados.
No episódio, a Prefeitura enviou a Guarda Municipal reacionária para intimidar professores e democratas, tentou apreender o carro de som do povo e uma professora foi atacada por um capataz de Almeida.
Manifesto do Partido Comunista
Escrito por K. Marx e F. Engels em dezembro de 1847 a janeiro de 1848 e publicado pela primeira vez em Londres, em fevereiro de 1848. Neste célebre livro, os…
Publicado em: 2026-01-24 13:24:00 | Autor: Giovanna Maria |

