Durante participação em um podcast, o ex-lateral Cafu fez uma análise sobre a Seleção Brasileira atual e comparou com o grupo campeão do mundo em 2002. Segundo ele, a principal diferença está na forma como a responsabilidade é distribuída entre os jogadores.
Cafu relembrou que, na conquista do pentacampeonato, o Brasil contava com grandes nomes como Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo, Roberto Carlos e outros destaques, mas o desempenho coletivo era o grande diferencial da equipe.
Na avaliação do ex-jogador, cada atleta tinha um papel bem definido, sem que o peso das decisões ficasse concentrado em apenas um nome.
Dependência maior de Neymar
Ao analisar o cenário atual, Cafu apontou que boa parte das jogadas ofensivas da Seleção passa por Neymar, o que acaba aumentando a pressão sobre o camisa 10, principalmente em momentos decisivos.
Para ele, essa centralização pode tornar o time mais previsível e menos eficiente quando o principal jogador é neutralizado pelos adversários.
Apesar da crítica, Cafu fez questão de destacar a qualidade técnica de Neymar. Em sua opinião, o jogador brasileiro tem nível elevado e pode ser considerado até superior, em termos técnicos, a nomes como Messi e Cristiano Ronaldo.
No entanto, ele ressalta que o diferencial dos craques internacionais está na regularidade e no alto desempenho mantido por mais tempo.
Necessidade de jogo coletivo
Cafu defende que a Seleção Brasileira precisa desenvolver mais alternativas ofensivas e dividir melhor a responsabilidade dentro de campo. Para ele, o fortalecimento do coletivo é essencial para que o Brasil volte a ter protagonismo em grandes competições.
A análise reacende o debate sobre o estilo de jogo da equipe e a busca por um equilíbrio entre talento individual e desempenho coletivo.
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Publicado em: 2026-03-20 09:49:00 | Autor: Sabrine Barreto |



