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Governo lança mutirão para cumprir mil mandados de prisão contra agressores de mulheres

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Governo lança mutirão para cumprir mil mandados de prisão contra agressores de mulheres

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Comitê do Pacto Brasil entre os Três Poderes apresentou nesta quarta-feira (4) um plano de trabalho para o enfrentamento ao feminicídio no país, que inclui um… 05.03.2026, Sputnik Brasil

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) vai coordenar a iniciativa com as forças de seguranças estaduais.Esta e uma série de medidas foram anunciadas no seminário Brasil pela Vida das Meninas e Mulheres, realizado pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão, e pelo Ministério das Mulheres, no Palácio do Planalto (DF). O plano tem como foco dar celeridade nas medidas protetivas de urgência e responsabilização dos agressores; fortalecer a rede de de acolhimento e atendimento às mulheres vítimas de violência e mudar a cultura do país para garantir segurança e paz para as mulheres.O evento contou com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com a ativista brasileira Maria Penha Maia Fernandes, que deu nome a Lei Maria da Penha para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher do Brasil (nº 11.340/2006). Ela sobreviveu a duas tentativas de feminicídio e ficou paraplégica devido ao tiro disparado por seu agressor, o ex-marido.O plano faz parte do Pacto Nacional – Brasil contra o Feminicídio criado a um mês pelos Três Poderes com o objetivo de prevenir a violência contra meninas e mulheres no Brasil. Além da realização de operações para o cumprimento de mandados de prisão, o pacto anunciou a adoção de sistema de rastreamento eletrônico para agressores com medida protetiva e diagnóstico sobre as medidas protetivas de urgência. Para atender as vítimas de violência foi anunciada a oferta de 52 unidades móveis das chamadas Salas Lilás Itinerantes, que funcionam como espaço de acolhimento e atendimento a esse público.Também foi anunciada a abertura de novas unidades da Casa da Mulher Brasileira (CMB) e 4,7 milhões de atendimentos psicológicos para a saúde mental de mulheres em situação de violência, ao longo do ano.O pacto prevê ainda o fortalecimento das delegacias especializadas de atendimento às mulheres com implementação de salas reservadas, 24 horas, bem como a qualificação dos agentes de segurança no tema. Outras medidas incluem a disseminação de campanha de conscientização dos homens e pedido à Organização Mundial de Saúde (OMS) para criação do Código Internacional de Doenças (CID) com a classificação de feminicídio, a serem incluído nos atestados de óbito das vítimas.

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Comitê do Pacto Brasil entre os Três Poderes apresentou nesta quarta-feira (4) um plano de trabalho para o enfrentamento ao feminicídio no país, que inclui um mutirão nacional para o cumprimento de cerca de mil mandados de prisão contra agressores.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) vai coordenar a iniciativa com as forças de seguranças estaduais.

Esta e uma série de medidas foram anunciadas no seminário Brasil pela Vida das Meninas e Mulheres, realizado pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão, e pelo Ministério das Mulheres, no Palácio do Planalto (DF).

O plano tem como foco dar celeridade nas medidas protetivas de urgência e responsabilização dos agressores; fortalecer a rede de de acolhimento e atendimento às mulheres vítimas de violência e mudar a cultura do país para garantir segurança e paz para as mulheres.

O evento contou com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com a ativista brasileira Maria Penha Maia Fernandes, que deu nome a Lei Maria da Penha para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher do Brasil (nº 11.340/2006). Ela sobreviveu a duas tentativas de feminicídio e ficou paraplégica devido ao tiro disparado por seu agressor, o ex-marido.
Mural em homenagem a Tainara Souza Santos é pintado por artistas na Marginal Tietê, em São Paulo, em memória da vítima de feminicídio. - Sputnik Brasil, 1920, 01.03.2026

Caso Tainara: Ato em SP reúne ministras e lembra vítima de feminicídio em São Paulo

O plano faz parte do Pacto Nacional – Brasil contra o Feminicídio criado a um mês pelos Três Poderes com o objetivo de prevenir a violência contra meninas e mulheres no Brasil.

Além da realização de operações para o cumprimento de mandados de prisão, o pacto anunciou a adoção de sistema de rastreamento eletrônico para agressores com medida protetiva e diagnóstico sobre as medidas protetivas de urgência.

Para atender as vítimas de violência foi anunciada a oferta de 52 unidades móveis das chamadas Salas Lilás Itinerantes, que funcionam como espaço de acolhimento e atendimento a esse público.

Também foi anunciada a abertura de novas unidades da Casa da Mulher Brasileira (CMB) e 4,7 milhões de atendimentos psicológicos para a saúde mental de mulheres em situação de violência, ao longo do ano.

O pacto prevê ainda o fortalecimento das delegacias especializadas de atendimento às mulheres com implementação de salas reservadas, 24 horas, bem como a qualificação dos agentes de segurança no tema.

Outras medidas incluem a disseminação de campanha de conscientização dos homens e pedido à Organização Mundial de Saúde (OMS) para criação do Código Internacional de Doenças (CID) com a classificação de feminicídio, a serem incluído nos atestados de óbito das vítimas.
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Fonte: noticiabrasil.net.br

Publicado em: 2026-03-05 00:08:00 | Autor: |

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