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Tentativa de golpe de Estado: militar confirma ao STF que elaborou plano prender ‘juízes supremos’

Tentativa de golpe de Estado: militar confirma ao STF que elaborou plano prender ‘juízes supremos’

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Em meio aos interrogatórios do chamado núcleo 3 da ação que investiga a tentativa de golpe de Estado no Brasil após as eleições de 2022, o Supremo Tribunal… 28.07.2025, Sputnik Brasil

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Durante o depoimento, Ferreira admitiu que foi responsável por elaborar um documento para embasar a “prisão preventiva de juízes supremos considerados geradores de instabilidade”.A trama foi descoberta após a Polícia Federal (PF) localizar um pendrive com o militar e seria uma das ações para manter o então presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder mesmo com a derrota eleitoral em 2022 para Luiz Inácio Lula da Silva (PT).Porém, o tenente-coronel afirmou que não era um plano, mas uma suposta prospecção pelo setor de inteligência do Exército. Conforme Lima, os procedimentos estão baseados em manuais das próprias Forças Armadas.Além disso, o militar garantiu que o esboço foi abandonado dois dias após ter sido iniciado. Isso porque na época os superiores consideraram a retirada dos manifestantes bolsonaristas da porta de quartéis como prioridade do momento.Por fim, Lima declarou que esteve em uma reunião na casa do general Walter Souza Braga Netto, então candidato à vice-presidente na chapa com Bolsonaro e ministro da Defesa, mas que não houve nenhuma discussão sobre a tentativa de golpe.Plano para assassinar LulaNa última semana, o general Mario Fernandes confirmou ao STF que foi o autor do projeto chamado Punhal Verde e Amarelo. Segundo a PF, o documento trazia um plano para assassinar Lula, o atual vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro Alexandre de Moraes.O general acrescentou que o plano não foi mostrado a ninguém e que se arrepende de ter imprimido o papel. “Me arrependo de ter digitalizado isso. Não passa de um compilamento de dados”, declarou.Fernandes está preso desde novembro do ano passado, após a PF encontrar em um HD externo apreendido com Fernandes o texto que lista várias opções para assassinar Lula, Alckmin e Moraes.Em trechos do documento golpista, havia tópicos de armas específicas que poderiam ser usadas para alvejar Moraes e sua equipe. Entre as opções estavam a metralhadora M249, um lança-granadas e um lança-mísseis AT4.Também eram expostos detalhes sobre a execução de Alckmin e Lula, considerando inclusive a opção de envenenamento.

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Em meio aos interrogatórios do chamado núcleo 3 da ação que investiga a tentativa de golpe de Estado no Brasil após as eleições de 2022, o Supremo Tribunal Federal (STF) ouviu nesta segunda-feira (28) o tenente-coronel do Exército Hélio Ferreira Lima.

Durante o depoimento, Ferreira admitiu que foi responsável por elaborar um documento para embasar a “prisão preventiva de juízes supremos considerados geradores de instabilidade”.

A trama foi descoberta após a Polícia Federal (PF) localizar um pendrive com o militar e seria uma das ações para manter o então presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder mesmo com a derrota eleitoral em 2022 para Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Porém, o tenente-coronel afirmou que não era um plano, mas uma suposta prospecção pelo setor de inteligência do Exército. Conforme Lima, os procedimentos estão baseados em manuais das próprias Forças Armadas.

“Esse documento é como se fosse um esboço, é um rascunho. É um estudo de cenário prospectivo que é previsto nos nossos manuais, produção do conhecimento de inteligência. O oficial de inteligência tem diversas possibilidades de estudo. Não é um plano, não tem etapas para golpe de estado, nem nada disso, é uma ferramenta prospectiva, olha sempre para o futuro”, afirmou, em declaração divulgada pelo portal G1.

Além disso, o militar garantiu que o esboço foi abandonado dois dias após ter sido iniciado. Isso porque na época os superiores consideraram a retirada dos manifestantes bolsonaristas da porta de quartéis como prioridade do momento.
Por fim, Lima declarou que esteve em uma reunião na casa do general Walter Souza Braga Netto, então candidato à vice-presidente na chapa com Bolsonaro e ministro da Defesa, mas que não houve nenhuma discussão sobre a tentativa de golpe.
'Não sou culpado de nada, é injustiça comigo', declarou Bolsonaro sobre tentativa de golpe - Sputnik Brasil, 1920, 17.07.2025

‘Não sou culpado de nada, é injustiça comigo’, declarou Bolsonaro sobre tentativa de golpe

Plano para assassinar Lula

Na última semana, o general Mario Fernandes confirmou ao STF que foi o autor do projeto chamado Punhal Verde e Amarelo. Segundo a PF, o documento trazia um plano para assassinar Lula, o atual vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro Alexandre de Moraes.

O general acrescentou que o plano não foi mostrado a ninguém e que se arrepende de ter imprimido o papel. “Me arrependo de ter digitalizado isso. Não passa de um compilamento de dados”, declarou.

Fernandes está preso desde novembro do ano passado, após a PF encontrar em um HD externo apreendido com Fernandes o texto que lista várias opções para assassinar Lula, Alckmin e Moraes.

Em trechos do documento golpista, havia tópicos de armas específicas que poderiam ser usadas para alvejar Moraes e sua equipe. Entre as opções estavam a metralhadora M249, um lança-granadas e um lança-mísseis AT4.

Também eram expostos detalhes sobre a execução de Alckmin e Lula, considerando inclusive a opção de envenenamento.

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Fonte: noticiabrasil.net.br

Publicado em: 2025-07-28 18:25:00 | Autor: |

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